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quinta-feira, julho 30, 2009

A China salvou meu iPod


Quase 1 ano atrás o "meu iPod morreu" .
Só funcionava ligado em um "ipod station".
Havia perdido o melhor de um iPod, a mobilidade.
Um dia olhando a lista de produtos do DealExtreme achei uma bateria (igual à abaixo) para trocar.
Será que funcionaria???
Pois é... 20 dias e US$5,97 dólares depois chega a tal bateria.
Abri o bichinho com cuidado, troquei a bateria, coloquei para carregar até ficar "full" ("Será que vai explodir?") e funcionou!!!
Obrigado China!!

segunda-feira, julho 27, 2009

quarta-feira, julho 22, 2009

Sonho de consumo


Se alguém quiser me dar um presente caro, serve esse aí. Custa só 743 dólares

segunda-feira, julho 20, 2009

Feliz dia do Amigo

Hoje eu estava dirigindo de volta para casa e pensando que deveria escrever algo para mandar para meus amigos pelo "Dia do Amigo". Para falar a verdade eu nem sabia até pouco tempo que havia tal dia. Para mim todo dia era dia dos amigos, mas aí caiu a ficha. Estamos sempre em uma encruzilhada com nossos amigos, quase sempre nos despedindo.
Eu já ouvi uma estória que nos casamentos, quando duram muito, o casal vai ficando cada dia mais parecido.Acho que com amigos é o contrário.
Lá pela infância e adolescência — onde a maioria das grandes e boas amizades nasce — somos todos muito parecidos aos nossos amigos. Faltanto um dente aqui outro acolá, uns cabelinhos cortados rentes, umas espinhas, temos todos a mesma profissão, estudante. Somos sempre uma "turma", fiel, nem que seja para apanhar junto. Saíamos em bando pelas ruas fazendo arruaça, cantando músicas do Legião Urbana (ou outra banda qualquer)
Aí começam as encruzilhadas, cada um vai indo para seu lado, escolhendo sua vida. Profissões às vezes diferentes, cidades distantes, até mesmo um outro país. Um vai casando ali, tendo seu filhos, tentamos sempre estar em contato, mas a nossa vida é tão complicada às vezes — muito menos que imaginamos, mas é reconfortante pensar às vezes que "não temos tempo".
Mas vez ou outra estamos em uma encruzilhada com ele novamente. Nem sempre com a "turma" toda, mas a alegria é renovada, sempre.
Aí quando casados, fica ainda mais complicado. Simplesmente sobra menos tempo porque você tem mais duas famílias para dividir seu tempo (a da sua esposa e a sua própria).
Mas amigo é sempre amigo.
Amigo é aquele que te manda as vezes as últimas fotos da Playboy ou então que te faz uma gozação quando seu time perde (tenho penado com meu Flamengo!). É sempre o seu "brother", porque irmão, diz aquele chavão, você não escolheu, mas seu "brother", sim.
Amigo é aquele que você pode mandar ele a pq*, que ele vai, porque entende que você estava em um mau momento.
Amigo é aquele que você não espera ele te convidar para ir na casa dele, que se sente à vontade de ir entrando e sentando no sofá. Você é um "brother" afinal.
Amigo é aquele que vibra quando ele tem um filho vibrando mais ainda quando fica sabendo que ele ficou curado de algo grave.
Amigo é se preocupar se você está bem, mesmo que você simplesmente não queira incomodar.
Resumindo e parodiando o "poetinha" que dizia que o whisky é um amigo engarradado, amigo é um whisky fora da garrafa.
FELIZ DIA DO AMIGO

segunda-feira, julho 13, 2009

Feliz Dia do Rock II

Como traduzir o rock? Sei não...
Vou usar os vídeos abaixo. Ouça no volume máximo





Homenagem ao dia Mundial do Rock



domingo, julho 12, 2009

Comprar barato?

Achei esse site (www.dealextreme.com), fiz alguns testes.
Eles realmente vendem muito barato e com frete grátis!

sábado, julho 11, 2009

Twitter

Já tem algumas semanas que aderi ao Twitter.
No início achei besta, agora já estou gostando.

quarta-feira, julho 08, 2009

Vende-se tudo

Recebi por um email, não sei a origem. Ressaltando, o texto não é de minha autoria

No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.

Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.

Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida... Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.


.... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir

É melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ !

segunda-feira, julho 06, 2009

Satã vende objetos usados

Como precisa adaptar-se aos novos tempos, Satã resolveu fazer uma liquidação de grande parte de seu estoque de tentações. Colocou anúncio no jornal, e atendeu os fregueses, em sua oficina, durante todo o dia.

Era um estoque fantástico: pedras para virtuosos tropeçarem, espelhos que aumentavam a própria importância, óculos que diminuíam a importância dos outros.

Pendurados na parede, alguns objetos chamavam muita atenção: um punhal de lâmina curva, para ser usado nas costas de alguém, e gravadores que só registravam fofocas e mentiras.

“Não se preocupem com o preço!”, gritava o velho Satã aos fregueses em potencial. “Levem hoje, paguem quando puder!”

Um dos visitantes notou, jogado num canto, duas ferramentas que pareciam muito usadas, e que pouco chamavam a atenção. Entretanto, eram caríssimas. Curioso, quis saber a razão daquela aparente discrepância.

“Elas estão gastas porque são as que eu mais uso”, respondeu Satã, rindo. “Se chamassem muito a atenção, as pessoas saberiam como se proteger. No entanto, ambas valem o preço que estou pedindo: uma é a ‘dúvida’, a outra é o ‘complexo de inferioridade’. Todas outras tentações sempre podem falhar, mas estas duas sempre funcionam”.

Paulo Coelho